Celebramos, hoje, um Papa que mereceu ser reconhecido por santo, embora, na humildade típica das almas abençoadas, José Sarto respondia àqueles que o chamavam de santo: “Não santo, mas Sarto”.

Nascido, em 1835, ao norte da Itália e de família muito simples e religiosa, o pequeno José, com muito esforço e sacrifício, conseguiu – com o apoio dos pais – estudar e entrar para o Seminário. Com sua permanente autodefinição: “um pobre vigário da roça”, José Sarto percorreu com simplicidade o caminho que o Espírito Santo traçou da responsabilidade de vigário de uma pequena aldeia até o Papado.

Tomando o nome de Pio X, chamava a atenção pela modéstia e pobreza que o possibilitava à vivência da sua ideia-força: “Restaurar todas as coisas em Cristo”. São Pio X foi Papa de 1903 a 1914. Ocupado com a pastoral, São Pio X realizou reformas na liturgia, favoreceu a comunhão diária e a comunhão das crianças, sendo que, no campo doutrinal, rebateu por amor à Verdade o relativismo moderno.

Sorridente, pai e pastor, São Pio X entrou no Céu com 79 anos, deixando para a Igreja o seu testemunho de pobreza, pois, conta-se o fato, tomou dinheiro emprestado para comprar as passagens de ida e volta rumo ao Conclave que o teria escolhido Papa, pois não acreditava num erro do Espírito Santo.

São Pio X, rogai por nós!

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