O bombardeio ao Hospital Al Quds fez pelo menos 20 mortos e vitimou o último pediatra de Alepo

Da redação, com Agência Ecclesia

O Papa lamentou neste domingo, 1º, no Vaticano, as “notícias dramáticas” que nos últimos dias têm chegado da Síria, com referência específica à cidade de Alepo, onde um bombardeamento atingiu na última quarta-feira o hospital Al Quds.

“Recebo com profunda dor as dramáticas notícias provenientes da Síria, que dizem respeito à espiral de violência que continua a agravar a já desesperada situação humanitária do país, em particular na cidade de Alepo”, referiu, perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a recitação da oração do “Regina Caeli”.

Francisco recordou as “vítimas inocentes” do conflito, que atinge “crianças, doentes e os que com grande sacrifício se comprometem a prestar ajuda ao próximo”.

O bombardeio ao Hospital Al Quds fez pelo menos 20 mortos e vitimou o último pediatra de Alepo, segundo dados do Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

O Papa pediu que as partes em conflito respeitem o cessar-fogo e reforcem “as conversações em curso, único caminho que conduz à paz”.

De acordo com a organização não-governamental com sede em Londres, três das vítimas mortais são crianças, assim como o último pediatra da cidade que não resistiu aos ferimentos.

Os atos de violência acontecem apesar do cessar-fogo entre o governo de Damasco e a Comissão Suprema para as Negociações, principal aliança dos grupos da oposição.

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