No Dia Universal da Paz (1 de janeiro) o calendário dos santos se abre com a festa de Maria Santíssima no ministério de sua Maternidade Divina.

Primeira festa mariana que apareceu na Igreja ocidental, a festa de Maria Santíssima, substituiu o costume pagão das dádivas e começou a ser celebrada em Roma, no século IV.

Concebido pelo Espírito Santo, Jesus o filho de Maria veio ao mundo para trazer redenção e lembrar o amor incondicional de Deus por todos nós. Maria é a “mãe Virgem”, “Filha de seu Filho” e ideal sublime de humildade.

Ao assumir a missão divina que lhe foi confiada, Maria sabia que também teria seu calvário, enquanto mãe daquele que morreria para salvar toda a humanidade. Em tempos difíceis de angústia, Maria, Mãe de Jesus e de todos nós, está sempre pronta para nos ajudar.

Não se pode aceitar o filho sem aceitar a mãe. No evangelho de São Lucas (6,43) Jesus nos esclarece: “Uma árvore boa não dá frutos maus, uma árvore má não dá bom fruto”. O Fruto de Maria é Jesus, sendo assim ela trouxe o Salvador ao Mundo em seu ventre abençoado.

Deus se faz carne por meio de Maria. Ela é o elo de união entre o Céu e a Terra!

Esta data é considerada Oitavas de Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo. Simboliza o mistério da encarnação que fez com que a Virgem Maria se tornasse a “Mãe de Deus”.

Muitos não compreendiam como e imaginavam duas pessoas distintas, a humana e a Santa, mas na verdade elas são apenas uma, um mãe de todos, e desta forma não é somente nossa mãe, mas também nossa irmã.

No dia Mundial da Paz, celebrar a Santidade Maternal de Maria é celebrar Jesus, Reis dos Reis e nosso Salvador. Oremos à mãe de Jesus para abençoar nosso ano novo!

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